terça-feira

O Evangelho e a Mulher


Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 08/11/2013 na sucursal Domingos Dias
 
93
O Evangelho e a mulher
 
“Assim devem os maridos amar a suas próprias
mulheres, como a seus próprios corpos.
Quem ama a sua mulher, amasse
a si mesmo.”
Paulo (Efésios, 5:28)
 
 
Muita vez, o apóstolo dos gentios tem sido acusado de excessiva severidade
para com o elemento feminino. Em alguns trechos das cartas que dirigiu às igrejas,
Paulo propôs medidas austeras que, de certo modo, chocaram inúmeros aprendizes.
Poucos discípulos repararam, na energia das palavras dele, a mobilização dos
recursos do Cristo, para que se fortalecesse a defesa da mulher e dos patrimônios de
elevação que lhe dizem respeito.
Com Jesus, começou o legítimo feminismo.
Não aquele que enche as mãos de suas expositoras com estandartes coloridos das ideologias políticas do mundo,
mas que lhes traça nos corações diretrizes superiores e santificantes.
Nos ambientes mais rigoristas em matéria de fé religiosa, quais o do
Judaísmo, antes do Mestre, a mulher não passava de mercadoria condenada ao
cativeiro.
Vultos eminentes, quais Davi e Salomão, não conseguiram fugir aos
abusos de sua época, nesse particular.
O Evangelho, porém, inaugura nova era para as esperanças femininas.
 Nele vemos a consagração da Mãe Santíssima, a sublime conversão de Madalena, a
dedicação das irmãs de Lázaro, o espírito abnegado das senhoras de Jerusalém que
acompanham o Senhor até o instante extremo.
Desde Jesus, observamos crescente
respeito na Terra pela missão feminil.
Paulo de Tarso foi o consolidador desse
movimento regenerativo.
Apesar da energia áspera que lhe assinala as palavras,
procurava levantar a mulher da condição de aviltada, confiando-a
ao homem, na qualidade de mãe, irmã, esposa ou filha, associada aos seus destinos e, como criatura  de Deus, igual a ele.
 
 
 
Da coleção "Fonte Viva"
-Fonte Viva-
Pão Nosso
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 08/11/2013 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro dos Médiuns
Capitulo XXII
(Da Obsessão)
Item 239
 

Diferença

Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 01/11/2013 na sucursal Domingos Dias

20 
Diferença

“Crês que há um só Deus: fazes bem. Também os demônios o creem, e estremecem.” – (Tiago, 2:19.)
 
 
 
A advertência do apóstolo é de essencial importância no aviso espiritual.
Esperar benefícios do Céu é atitude comum a todos.
Adorar o Senhor pode ser trabalho de justos e injustos.
Admitir a existência do Governo Divino é traço dominante de todas as criaturas.
Aceitar o Supremo Poder é próprio de bons e maus.
Tiago foi divinamente inspirado neste versículo, porque suas palavras definem a diferença entre crer em Deus e fazer-Lhe a Sublime Vontade.
A inteligência é atributo de todos.
A cognição procede da experiência.
O ser vivo evolve sempre e quem evolve aprende e conhece.
A diferenciação entre o gênio do mal e o gênio do bem permanece na direção do conhecimento.
O demônio, como símbolo de maldade, executa os próprios desejos, muita vez desvairados e escuros.
O anjo identifica-se com os desígnios do Eterno e cumpre-os onde se encontra.
Recorda, pois, que não basta a escola religiosa a que te filias para que o problema da felicidade pessoal alcance a solução desejada.
Adorar o Senhor, esperar e crer nele são atitudes características de toda a gente.
O único sinal que te revelará a condição mais nobre estará impresso na ação que desenvolveres na vida, a fim de executar lhe os desígnios, porque, em verdade, não adianta muito ao aperfeiçoamento o ato de acreditar no bem que virá do Senhor e sim a diligência em praticar o bem, hoje, aqui e agora, em seu nome.
 
Da coleção "Fonte Viva"
-Fonte Viva-
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 01/11/2013 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro dos Médiuns
Capitulo XXII
(Da Obsessão)

As Cartas do Cristo


Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 05/11/2013 na sucursal Domingos Dias
 
114
AS CARTAS DO CRISTO
 
“Porque já é manifesto que sois a carta do Cristo, ministrada por nós,
e escrita, não com tinta, mas com o Espírito de Deus Vivo, não em tábuas
de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.”
— Paulo. (2ª EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS, capítulo 3, versículo 3.)

 
É singular que o Mestre não haja legado ao mundo um compêndio de
princípios escritos pelas próprias mãos.
As figuras notáveis da Terra sempre assinalam sua passagem no planeta,
endereçando à posteridade a sua mensagem de sabedoria e amor, seja em
tábuas de pedra, seja em documentos envelhecidos.
Com Jesus, porém, o processo não foi o mesmo.
O Mestre como que fez questão de escrever sua doutrina aos homens,
gravando-a no coração dos companheiros sinceros.
Seu testamento espiritual constitui-se de ensinos aos discípulos e não foram grafados por ele mesmo.
Recursos humanos seriam insuficientes para revelar a riqueza eterna de
sua Mensagem.
As letras e raciocínios, propriamente humanos, na maioria das
vezes costumam dar margem a controvérsias.
Em vista disso, Jesus gravou seus ensinamentos nos corações que o rodeavam e até hoje os aprendizes que se lhe conservam fiéis são as suas cartas divinas dirigidas à Humanidade.
Esses documentos vivos do santificante amor do Cristo palpitam em todas
as religiões e em todos os climas.
São os vanguardeiros que conhecem a vida
superior, experimentam o sublime contato do Mestre e transformam-se em
sua mensagem para os homens.
Podem surgir muitas contendas em torno das páginas mais célebres e
formosas; todavia, perante a alma que se converteu em carta viva do Senhor,
quando não haja vibrações superiores da compreensão, haverá sempre o
divino silêncio
 
 
Da coleção "Fonte Viva"
-Caminho, Verdade e Vida-
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 05/11/2013 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro O Evangelho Segundo Espiritismo
Capitulo VIII
Escândalos
(Se a vossa mão é motivo de escândalo, cortai-a)
 

Quem Lê, Atenta


Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 29/10/2013 na sucursal Domingos Dias
 
1
QUEM LÊ, ATENDA
 
                                   "Quem lê, atenda." - Jesus. (MATEUS, 24:15.)
 
Assim como as criaturas, em geral, converteram as produções sagradas da Terra
em objeto de perversão dos sentidos, movimento análogo se verifica no mundo, com
referência aos frutos do pensamento.
Frequentemente as mais santas leituras são tomadas à conta de tempero emotivo,
destinado às sensações renovadas que condigam com o recreio pernicioso ou com a
indiferença pelas obrigações mais justas.
Raríssimos são os leitores que buscam a realidade da vida.
O próprio Evangelho tem sido para os imprevidentes e levianos vasto campo de
observações pouco dignas.
Quantos olhos passam por ele, apressados e inquietos, anotando deficiências da
letra ou catalogando possíveis equívocos, a fim de espalharem sensacionalismo e
perturbação?
Alinham, com avidez, as contradições aparentes e tocam a malbaratar, com
enorme desprezo pelo trabalho alheio, as plantas tenras e dadivosas da fé renovadora.
A recomendação de Jesus, no entanto, é infinitamente expressiva.
É razoável que a leitura do homem ignorante e animalizado represente conjunto de
ignominiosas brincadeiras, mas o espírito de religiosidade precisa penetrar a leitura séria, com real atitude de elevação.
O problema do discípulo do Evangelho não é o de ler para alcançar novidades
emotivas ou conhecer a Escritura para transformá-la em arena de esgrima intelectual, mas, o de ler para atender a Deus, cumprindo-lhe a Divina Vontade.
 
Da coleção "Fonte Viva"
-Vinha de Luz-
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 29/10/2013 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro O Evangelho Segundo Espiritismo
Capitulo XIX
(A Fé : Mãe da esperança e da Caridade)
 

Novos Atenienses


Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 25/10/2013 na sucursal Domingos Dias
 
114
NOVOS ATENIENSES
“Mas quando ouviram falar da ressurreição dos mortos, uns
escarneciam e outros diziam: acerca disso te ouviremos outra vez.”


 — (ATOS, CAPÍTULO 17, VERSÍCULO 32.)
 
 
 
O contato de Paulo com os atenienses, no Areópago, apresenta lição
interessante aos discípulos novos.
Enquanto o apóstolo comentava as suas impressões da cidade célebre,
aguçando talvez a vaidade dos circunstantes, pelas referências aos santuários
e pelo jogo sutil dos raciocínios, foi atentamente ouvido.
É possível que a assembleia o aclamasse com fervor, se sua palavra se detivesse no quadro filosófico das primeiras exposições.
Atenas reverenciá-lo-ia, então, por sábio, apresentando-o, ao mundo, na moldura especial de seus nomes inesquecíveis.
Paulo, todavia, refere-se à ressurreição dos mortos, deixando entrever a
gloriosa continuação da vida, além das ninharias terrestres.
Desde esse instante, os ouvintes sentiram-se menos bem e chegaram a escarnecer-lhe a
palavra amorosa e sincera, deixando-o quase só.
O ensinamento enquadra-se perfeitamente nos dias que correm.
Numerosos trabalhadores do Cristo, nos diversos setores da cultura moderna,
são atenciosamente ouvidos e respeitados por autoridades nos assuntos em
que se especializaram; contudo, ao declararem sua crença na vida além do
corpo, em afirmando a lei de responsabilidade, para lá do sepulcro, recebem,
de imediato, o riso escarninho dos admiradores de minutos antes, que os
deixam sozinhos, proporcionando-lhes a impressão de verdadeiro deserto.



 
Da coleção "Fonte Viva"
-Pão Nosso-
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 25/10/2013 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro O Evangelho Segundo Espiritismo
Capitulo XXII
(O Divorcio)

Espinheiros


Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 22/10/2013 na sucursal Domingos Dias
 

121
ESPINHEIROS

 

“Nem se vindimam uvas dos abrolhos.”
 
— Jesus. (LUCAS, capítulo 6,versículo 44.)
 
O cristão é um combatente ativo.
Despertando no campo do Senhor, aturde-se lhe a visão com a amplitude
e complexidade do trabalho.
Dificuldades, tropeços, cipoais, ervas daninhas...
E o Evangelho, com propriedade de conceituação, elucida que não se pode
vindimar nos espinheiros.
Entretanto, teria Jesus assumido a paternidade de semelhante afirmativa
para que cruzemos os braços em falsa beatitude?
Se o terreno permanece absorvido pelos abrolhos, o discípulo recebeu
inúmeras ferramentas do Mestre dos mestres.
Indispensável, pois, enfrentar o serviço.
O Cristo encarou, face a face, o sacrifício pela Humanidade inteira.
Será a existência de alguns espinheiros a causa de nossos obstáculos
insuperáveis?
Não.
Se hoje é impossível a vindima, ataquemos o chão duro. Lavremos o
solo árido.
Adubemos com suor e lágrimas.
Haverá sempre chuvas fecundantes do Céu ou generosos mananciais da
Terra, abençoando-nos o esforço.
A Divina Providência reside em toda parte.
Não olvidemos o imperativo do
trabalho e, depois, em lugar dos abrolhos, colheremos o fruto suave e doce da
videira.

 
 
Da coleção "Fonte Viva"
-Caminho, verdade e vida-
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 22/10/2013 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro O Evangelho Segundo Espiritismo
Capitulo V
(Bem aventurados os aflitos)
* A Felicidade não é deste mundo*
 

domingo

Persiste e segue


             Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 18/10/2013 na sucursal Domingos Dias
 
99
Persiste e segue
 
“Portanto, tornai a levantar as mãos cansadas e os joelhos desconjuntados.”
 
                                                                                 Paulo (Hebreus,12:12)
 
O lavrador desatento quase sempre escuta as sugestões do cansaço.
Interrompe o serviço, em razão da tempestade, e a inundação lhe rouba a
obra começada e lhe aniquila a coragem incipiente.
Descansa, em virtude dos calos que a enxada lhe ofereceu, e os vermes se
incumbem de anular-lhe o serviço.
Levanta as mãos, no princípio, mas não sabe tornar a levantá-las,
Na continuidade da tarefa, e perde a colheita.
O viajor, por sua vez, quando invigilante, não sabe chegar
convenientemente ao termo da jornada.
Queixa-se da canícula e adormece na penumbra de ilusórios abrigos, onde
inesperados perigos o surpreendem.
De outras vezes, salienta a importância dos pés ensangüentados e deita-se
às margens da senda, transformando-se em mendigo comum.
Usa os joelhos sadios, não se dispondo, todavia, a mobilizá-los quando
desconjuntados e feridos, e perde a alegria de alcançar a meta na ocasião prevista.
Assim acontece conosco na jornada espiritual.
A luta é o meio.
O aprimoramento é o fim.
A desilusão amarga.
A dificuldade complica.
A ingratidão dói.
A maldade fere.
Todavia, se abandonarmos o campo do coração por não sabermos levantar
as mãos, de novo, no esforço persistente, os vermes do desânimo proliferarão, precipites, no centro de nossas mais caras esperanças, e se não quisermos marchar, de joelhos desconjuntados, é possível sejamos retidos pela sombra de falsos refúgios, durante séculos consecutivos.
 
 
Da coleção "Fonte Viva"
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 18/10/2013 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro dos Médiuns
Capitulo XXII
Continuação
* Item 236 *