terça-feira

Fortaleçamo-nos


Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 10/12/2013 na sucursal Domingos Dias
 

111 
Fortaleçamo-nos

“Sede fortalecidos no Senhor.” Paulo.
 
 (Efésios, 6:10.)
 
 
Há muita gente que se julga forte...
-    nos recursos financeiros, que surgem e fogem;
-    na posse de terras, que se transferem de dono;
-    na beleza física, que brilha e passa;
-    nos parentes importantes, que se transformam;
-    na cultura da inteligência, que, muitas vezes, se engana;
-    na popularidade, que conduz à desilusão;
-    no poder político, que o tempo desfaz;
-    no oásis de felicidade exclusivista, que a tempestade destrói.
Sim, há muita gente que supõe vencer hoje para acabar vencida amanhã.
Todavia, somente a consciência edificada na fé, pelos deveres bem cumpridos à face das Leis Eternas, consegue sustentar-se, invulnerável, sobre o domínio próprio.
Somente quem sabe sacrificar-se por amor encontra a incorruptível segurança.
Fortaleçamo-nos, pois, no Senhor e sigamos, de alma erguida, para a frente, na execução da tarefa que o Divino Mestre nos confiou.
 
 
 
 
Da coleção "Fonte Viva"
-Fonte Viva-
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 10/12/2013 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro O Evangelho Segundo o Espiritismo
Capitulo IV
(Necessidade da Encarnação)
Item 25
 
 

O "mas" e os Discípulos


Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 03/12/2013 na sucursal Domingos Dias
 
79
O “mas” e os discípulos
 
“Tudo posso naquele que me fortalece.”
 
Paulo (Filipenses, 4:13)
 
 
O discípulo aplicado assevera:
– De mim mesmo, nada possuo de bom, mas Jesus me suprirá de recursos,
segundo as minhas necessidades.
– Não disponho de perfeito conhecimento do caminho, mas Jesus me
conduzirá.
O aprendiz preguiçoso declara:
– Não descreio da bondade de Jesus, mas não tenho forças para o trabalho
cristão.
– Sei que o caminho permanece em Jesus, mas o mundo não me permite
segui-lo.
O primeiro galga a montanha da decisão.
Identifica as próprias fraquezas, entretanto, confia no Divino Amigo e delibera viver-lhe as lições.
O segundo estima o descanso no vale fundo da experiência inferior.
Reconhece as graças que o Mestre lhe conferiu, todavia, prefere furtar-se
a elas.
O primeiro fixou a mente na luz divina e segue adiante.
O segundo parou o pensamento nas próprias limitações.
O “mas” é a conjunção que, nos processos verbalistas, habitualmente nos
define a posição íntima perante o Evangelho.
Colocada à frente do Santo Nome, exprime-nos
a firmeza e a confiança, a fé e o valor, contudo, localizada depois dele,
situa-nos a indecisão e a ociosidade, a impermeabilidade e a indiferença.
Três letras apenas denunciam-nos o rumo.
– Assim recomendam meus princípios, mas Jesus pede outra coisa.
– Assim aconselha Jesus, mas não posso fazê-lo.
Através de uma palavra pequena e simples, fazemos a profissão de fé ou a
confissão de ineficiência.
lembremo-nos de que Paulo de Tarso, não obstante apedrejado e
perseguido, conseguiu afirmar, vitorioso, aos filipenses:
 – “Tudo posso naquele que me fortalece.”
 
 
 
Da coleção "Fonte Viva"
-Pão Nosso-
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 03/12/2013 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro O Evangelho Segundo o Espiritismo
Capitulo VI
(O Cristo Consolador)
O Jugo Leve
 
 

Seria Inútil


Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 29/11/2013 na sucursal Domingos Dias
 
37
Seria inútil
 
 
“Respondeu lhes: Já volo disse e não ouvistes; para
que o quereis tornar a ouvir?”
 
(João, 9:27)
 
 
É muito frequente a preocupação de muitos religiosos, no sentido de
transformarem os amigos compulsoriamente, conclamando-os
às suas convicções particularistas.
Quase sempre se empenham em longas e fastidiosas discussões, em
contínuos jogos de palavras, sem uma realização sadia ou edificante.
O coração sinceramente renovado na fé, entretanto, jamais procede assim.
É indispensável diluir o prurido de superioridade que infesta o sentimento
de grande parte dos aprendizes, tão logo se deixam conduzir a novos portos de
conhecimento, nas revelações gradativas da sabedoria divina, porque os discutidores de más inclinações se incumbem de interceptar lhes a marcha.
A resposta do cego de nascença aos judeus argutos e inquiridores é padrão
ativo para os discípulos sinceros.
Lógico que o seguidor de Jesus não negará um esclarecimento acerca do
Mestre, mas se já explicou o assunto, se já tentou beneficiar o irmão mais próximo
com os valores que o felicitam, sem atingir o alheio entendimento, para que discutir?
Se um homem ouviu a verdade e não a compreendeu, fornece evidentes sinais de
paralisia espiritual.
ser-lhe-á inútil, portanto, escutar repetições imediatas, porque
ninguém enganará o tempo, e o sábio que desafiasse o ignorante rebaixar-se-ia
ao título de insensato.
Não percas, pois, as tuas horas através de elucidações minuciosas e
repetidas para quem não as pode entender, antes que lhe sobrevenham no caminho o sol e a chuva, o fogo e a água da experiência.
Tens mil recursos de trabalhar em favor de teu amigo, sem provocá-lo
ao teu modo de ser e à tua fé.
 
 
 
Da coleção "Fonte Viva"
-Pão Nosso-
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 29/11/2013 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro dos Médiuns
Capitulo XXIII
Item 244
 
 

A Espada Simbólica


Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 26/11/2013 na sucursal Domingos Dias
 
104
A ESPADA SIMBÓLICA
 
“Não cuideis que vim trazer a paz à Terra; não vim trazer a paz, mas a
espada.”
 
 — Jesus. (MATEUS, capítulo 10, versículo 34.)
 
 
Inúmeros leitores do Evangelho perturbam-se ante essas afirmativas do
Mestre Divino, porquanto o conceito de paz, entre os homens, desde muitos
séculos foi visceralmente viciado.
 Na expressão comum, ter paz significa haver
atingido garantias exteriores, dentro das quais possa o corpo vegetar sem
cuidados, rodeando-se o homem de servidores, apodrecendo na ociosidade e
ausentando-se dos movimentos da vida.
Jesus não poderia endossar tranquilidade desse jaez, e, em contraposição
ao falso princípio estabelecido no mundo, trouxe consigo a luta regeneradora, a
espada simbólica do conhecimento interior pela revelação divina, a fim de que
o homem inicie a batalha do aperfeiçoamento em si mesmo.
O Mestre veio instalar o combate da redenção sobre a Terra.
Desde o seu ensinamento primeiro, foi formada a frente da batalha sem sangue, destinada à iluminação do caminho humano.
E Ele mesmo foi o primeiro a inaugurar o testemunho
pelos sacrifícios supremos.
Há quase vinte séculos vive a Terra sob esses impulsos renovadores, e ai
daqueles que dormem, estranhos ao processo santificante!
Buscar a mentirosa paz da ociosidade é desviar-se da luz, fugindo à
vida e precipitando a morte.
No entanto, Jesus é também chamado o Príncipe da Paz.
Sim, na verdade o Cristo trouxe ao mundo a espada renovadora da guerra
contra o mal, constituindo em si mesmo a divina fonte de repouso aos corações
que se unem ao seu amor; esses, nas mais perigosas situações da Terra,
encontram, nele, a serenidade inalterável.
É que Jesus começou o combate de salvação para a Humanidade, representando, ao mesmo tempo, o sustentáculo da paz sublime para todos os homens bons e sinceros.
 
 
 
Da coleção "Fonte Viva"
-Caminho, Verdade e Vida-
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 26/11/2013 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro O Evangelho Segundo Espiritismo
Capitulo XVIII
(Muitos os Chamados)
Nem todos os que dizem: Senhor! Senhor! Entrarão no reino dos Céus.
 
 

Busquemos o Melhor



Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 22/11/2013 na sucursal Domingos Dias

113 
Busquemos o melhor

“Por que reparas o argueiro no olho de teu irmão ?”
– Jesus. (Mateus, 7:3.)
 
 
A pergunta do Mestre, ainda agora, é clara e oportuna.
Muitas vezes, o homem que traz o argueiro num dos olhos traz igualmente consigo os pés sangrando.
 Depois de laboriosa jornada na virtude, ele revela as mãos calejadas no trabalho e tem o coração ferido por mil golpes da ignorância e da inexperiência.
É imprescindível habituar a visão na procura do melhor, a fim de que não sejamos ludibriados pela malícia que nos é própria.
Comumente, pelo vezo de buscar bagatelas, perdemos o ensejo das grandes realizações.
Colaboradores valiosos e respeitáveis são relegados à margem por nossa irreflexão, em muitas circunstâncias simplesmente porque são portadores de leves defeitos ou de sombras insignificantes do pretérito, que o movimento em serviço poderia sanar ou dissipar.
Nódulos na madeira não impedem a obra do artífice e certos trechos empedrados do campo não conseguem frustrar o esforço do lavrador na produção da semente nobre.
Aproveitemos o irmão de boa-vontade, na plantação do bem, olvidando as insignificâncias que lhe cercam a vida.
Que seria de nós se Jesus não nos desculpasse os erros e as defecções de cada dia?
E se esperamos alcançar a nossa melhoria, contando com a benemerência do Senhor, por que negar ao próximo a confiança no futuro?
Consagremo-nos à tarefa que o Senhor nos reservou na edificação do bem e da luz e estejamos convictos de que, assim agindo, o argueiro que incomoda o olho do vizinho, tanto quanto a trave que nos obscurece o olhar, se desfarão espontaneamente, restituindo-nos a felicidade e o equilíbrio, através da incessante renovação.

 
 
Da coleção "Fonte Viva"
-Fonte Viva-
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 22/11/2013 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro dos Médiuns
Capitulo XXIII
 Item 241 até 244
 
 

Amizade e Compreensão


Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 19/11/2013 na sucursal Domingos Dias
 
121
AMIZADE E COMPREENSÃO
 
"Com leite vos criei, e não com manjar, porque ainda não podíeis, nem ainda agora
podeis."
 
 - Paulo. (I CORÍNTIOS, 3:2.)
 
 
Muitos companheiros de luta exigem cooperadores esclarecidos para as tarefas
que lhes dizem respeito, amigos valiosos que lhes entendam os propósitos e valorizem os trabalhos, esquecidos de que as afeições, quanto as plantas, reclamam cultivo adequado.
Compreensão não se improvisa.
É obra de tempo, colaboração, harmonia.
O próprio Cristo, primeiramente, semeou o ideal divino no coração dos
continuadores, antes de recolher lhes o entendimento.
Sofreu-lhes as negações, tolerou lhes
as fraquezas e desculpou-lhes as exigências para formar, por fim, o colégio
apostólico.
Nesse particular, Paulo de Tarso fornece-nos judiciosa lição, declarando aos
Coríntios que os criara "com leite".
Tão pequena afirmativa transborda sabedoria vastíssima.
O apóstolo generoso, gigante no conhecimento e na fé viva, edificara os
companheiros de sua missão evangélica em Corinto, não com o alimento complexo das teses difíceis, mas com os ensinamentos simples da verdade e as puras demonstrações de amor em Cristo Jesus.
Não lhes conquistara a confiança e a estima exibindo cultura ou
impondo princípios, mas, sim, orando e servindo, trabalhando e amando.
Existe uma ciência de cultivar a amizade e construir o entendimento. 
Como acontece ao trigo, no campo espiritual do amor, não será possível colher sem semear.
Examina, pois, diariamente, a tua lavoura afetiva.
Observa se estás exigindo flores prematuras ou frutos antecipados.
Não te esqueças da atenção, do adubo, do irrigador.
Coloca-te na posição da planta em jardim alheio e, reparando os cuidados que exiges, não desdenhes resgatar as tuas dívidas de amor para com os outros.
Imita o lavrador prudente e devotado, se desejas atingir a colheita de grandes e
precisos resultados.
 
 
 
 
Da coleção "Fonte Viva"
-Fonte Viva-
Vinha de Luz
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 19/11/2013 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro Evangelho Segundo Espiritismo
Capitulo V
(Causas atuais das Aflições)
Até Item 08