domingo

Refugia te em paz

Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 25/02/2014 na sucursal Domingos Dias
 
 
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Refugia te em paz
 
 
“Havia muitos que iam e vinham e não tinham tempo
para comer.”
(Marcos, 6:31)
 
 
O convite do Mestre, para que os discípulos procurem lugar à parte, a fim
de repousarem a mente e o coração na prece, é cada vez mais oportuno.
Todas as estradas terrestres estão cheias dos que vão e vêm, atormentados
pelos interesses imediatistas, sem encontrarem tempo para a recepção de alimento
espiritual. Inúmeras pessoas atravessam a senda, famintas de ouro, e voltam
carregadas de desilusões. Outras muitas correm às aventuras, sedentas de novidade
emocional, e regressam com o tédio destruidor.
Nunca houve no mundo tantos templos de pedra, como agora, para as
manifestações de religiosidade, e jamais apareceu tamanho volume de desencanto
nas almas.
A legislação trabalhista vem reduzindo a atividade das mãos, como nunca;
no entanto, em tempo algum surgiram preocupações tão angustiosas como na
atualidade.
As máquinas da civilização moderna limitaram espantosamente o esforço
humano, todavia, as aflições culminam, presentemente, em guerras de arrasamento
científico.
Avançou a técnica da produção econômica em todos os setores,
selecionando o algodão e o trigo por intensificar lhes
as colheitas, mas, para os
olhos que contemplam a paisagem mundial, jamais se verificou entre os encarnados
tamanha escassez de pão e vestuário.
Aprimoraram se
as teorias sociais de solidariedade e nunca houve tanta
discórdia.
Como acontecia nos tempos da permanência de Jesus no apostolado, a
maioria dos homens permanece no vaivém dos caminhos, entre a procura
desorientada e o achando falso, entre a mocidade leviana e a velhice desiludida,
entre a saúde menosprezada e a moléstia sem proveito, entre a encarnação perdida e
a desencarnação em desespero.
Ó meu amigo, se adotaste efetivamente o aprendizado com o Divino
Mestre, retira te
a um lugar à parte, e cultiva os interesses de tua alma.
É possível que não encontres o jardim exterior que facilite a meditação,
nem algum pedaço de natureza física onde repouses do cansaço material, todavia,
penetra o santuário, dentro de ti mesmo.
Há muitos sentimentos que te animam há séculos, imitando, em teu íntimo,
o fluxo e o refluxo da multidão. Passam apressados de teu coração ao cérebro e
voltam do cérebro ao coração, sempre os mesmos, incapacitados de acesso à luz
espiritual. São os princípios fantasistas de paz e justiça, de amor e felicidade que o
plano da carne te impôs.
Em certas circunstâncias da experiência transitória, podem ser úteis,
entretanto, não vivas exclusivamente ao lado deles. Exerceriam sobre ti o cativeiro
infernal.
Refugia te
no templo à parte, dentro de tua alma, porque somente aí
encontrarás as verdadeiras noções da paz e da justiça, do amor e da felicidade reais,
a que o Senhor te destinou.
 
 
 
Da coleção "Fonte Viva"
-Fonte Viva-
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 25/02/2014 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro O evangelho segundo o Espiritismo
Capitulo VIII
Itens (18)
 

Inverno

Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 21/02/2014 na sucursal Domingos Dias
 
 
 
66
INVERNO
 
 
 
"Procura vir antes do inverno." - Paulo. (II TIMÓTEO, 4:21.)
 
 
 
Claro que a análise comum deste versículo revelará a prudente recomendação de
Paulo de Tarso para que Timóteo não se arriscasse a viajar na estação do frio forte.
Na época recuada da epístola, o inverno não oferecia facilidades à navegação.
É possível, porém, avançar mais longe, além da letra e acima do problema
circunstancial de lugar e tempo.
Mobilizemos nossa interpretação espiritual.
Quantas almas apenas se recordam da necessidade do encontro com os
emissários do Divino Mestre por ocasião do inverno rigoroso do sofrimento? quantas se
lembram do Salvador somente em hora de neblina espessa, de tempestade ameaçadora,
de gelo pesado e compacto sobre o coração?
Em momentos assim, o barco da esperança costuma navegar sem rumo, ao sabor
das ondas revoltas.
Os nevoeiros ocultam a meta, e tudo, em torno do viajante da vida, tende à
desordem ou à desorientação.
É indispensável procurar o Amigo Celeste ou aqueles que já se ligaram,
definitivamente, ao seu amor, antes dos períodos angustiosos, para que nos instalemos
em refúgios de paz e segurança.
A disciplina, em tempo de fartura e liberdade, é distinção nas criaturas que a
seguem; mas a contenção que nos é imposta, na escassez ou na dificuldade, converte-se
em martírio.
O aprendiz leal do Cristo não deve marchar no mundo ao sabor de caprichos
satisfeitos e, sim, na pauta da temperança e da compreensão.
O inverno é imprescindível e útil, como período de prova benéfica e renovação
necessária. Procura, todavia, o encontro de tua experiência com Jesus, antes dele.
 
 
 
 
Da coleção "Fonte Viva"
-Vinha de Luz-
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 21/02/2014 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro dos Médiuns
Capitulo XXIV
Itens (257,258,259,260)
Da identidade dos Espíritos
 
 

A Porta

Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 18/02/2014 na sucursal Domingos Dias
 
 
115
A PORTA
 
“Tornou, pois, Jesus a dizer-lhes: Em verdade vos digo que eu sou a
porta das ovelhas.” — (JOÃO, CAPÍTULO 10, VERSÍCULO 7.)
 
 
Não basta alcançar as qualidades da ovelha, quanto à mansidão e ternura,
para atingir o Reino Divino.
É necessário que a ovelha reconheça a porta da redenção, com o
discernimento imprescindível, e lhe guarde o rumo, despreocupando-se dos
apelos de ordem inferior, a eclodirem das margens do caminho.
Daí concluirmos que a cordura, para ser vitoriosa, não dispensa a cautela
na orientação a seguir.
Nem sempre a perda do rebanho decorre do ataque de feras, mas sim
porque as ovelhas imprevidentes transpõem barreiras naturais, surdas à voz do
pastor, ou cegas quanto às saídas justas, em demanda das pastagens que lhes
competem. Quantas são acometidas, de inesperado, pelo lobo terrível, porque,
fascinadas pela verdura de pastos vizinhos, se desviam da estrada que lhes é
própria, quebrando obstáculos para atender a destrutivos impulsos?
Assim acontece com os homens no curso da experiência.
Quantos espíritos nobres hão perdido oportunidades preciosas pela própria
imprudência?
Senhores de admiráveis patrimônios, revelam-se, por vezes, arbitrários e
caprichosos. Na maioria das situações, copiam a ovelha virtuosa e útil que,
após a conquista de vários títulos enobrecedores, esquece a porta a ser
atingida e quebra as disciplinas benéficas e necessárias, para entregar-se ao
lobo devorador. 
 
 
 
 
 
Da coleção "Fonte Viva"
-Pão Nosso-
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 18/02/2014 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Evangelho Segundo o Espiritismo
Capitulo V
A felicidade não é deste mundo
 

Comemoração do 75º aniversário

Cruzada Espirita Sucursal Domingos Dias em 2014 http://www.youtube.com/watch?v=-WzPJ-pme7I&list=PLdlYwcyV9OSG_vLFnrVM6k_rrBG5vvdfi

sábado

Auxílios do Invisível

Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 14/02/2014 na sucursal Domingos Dias


100
AUXÍLIOS DO INVISÍVEL


“E, depois de passarem a primeira e segunda guarda, chegaram à
porta de ferro, que dá para a cidade, a qual se lhes abriu por si mesma; e,
tendo saído, percorreram uma rua e logo o anjo se apartou dele.” —
(ATOS, capítulo 12, versículo 10.)


Os homens esperam sempre ansiosamente o auxílio do plano espiritual.
Não importa o nome pelo qual se designe esse amparo. Na essência é invariavelmente
o mesmo, embora seja conhecido entre os espiritistas por “proteção
dos guias” e nos círculos protestantes por “manifestações do Espírito Santo”.
As denominações apresentam interesse secundário. Essencial é
considerarmos que semelhante colaboração constitui elemento vital nas
atividades do crente sincero.
No entanto, a contribuição recebida por Pedro, no cárcere, representa lição
para todos.
Sob cadeias pesadíssimas, o pescador de Cafarnaum vê aproximar-se o
anjo do Senhor, que o liberta, atravessa em sua companhia os primeiros perigos
na prisão, caminha ao lado do mensageiro, ao longo de uma rua;
contudo, o emissário afasta-se, deixando-o novamente entregue à própria
liberdade, de maneira a não desvalorizar-lhe as iniciativas.
Essa exemplificação é típica.
Os auxílios do invisível são incontestáveis e jamais falham em suas
multiformes expressões, no momento oportuno; mas é imprescindível não se
vicie o crente com essa espécie de cooperação, aprendendo a caminhar
sozinho, usando a independência e a vontade no que é justo e útil, convicto de
que se encontra no mundo para aprender, não lhe sendo permitido reclamar
dos instrutores a solução de problemas necessários à sua condição de aluno.
 

 
 
 
Da coleção "Fonte Viva"
-Caminho, Verdade e Vida-
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 14/02/2014 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro dos Médiuns
Capitulo XXIV
(Item 256)
Da Identidade dos espíritos
 

quinta-feira

Ouçamos

 Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 11/02/2014 na sucursal Domingos Dias

 
 
153

Ouçamos

 
 
“E logo os chamou.”

(Marcos, 1:20)
 
 

Em alguns círculos do Cristianismo, semelhante passagem, alusiva ao
encontro do Senhor com os discípulos, é interpretada simplesmente como sendo um
apelo do Cristo ao ministério religioso.
Todavia, podemos imprimir-lhe significado mais amplo.
Em cada situação do caminho, é possível registrar o chamamento celeste.
No templo familiar, onde surgem problemas difíceis...
Ante o companheiro desconhecido, que pede cooperação...
À frente do adversário, que espera entendimento e tolerância...
Ao pé do enfermo, que aguarda assistência e carinho...
A face do ignorante, que reclama socorro e ensinamento...
Junto à criança, que roga bondade e compreensão...
Por onde formos, Jesus, Mestre Silencioso, nos chama ao testemunho da
lição que aprendemos.
Nas menores experiências, no trabalho ou no lazer, no lar ou na via pública,
eis que nos convida ao exercício incessante do bem.
Nesse sentido, o discípulo do Evangelho encontra no mundo o santuário de
sua fé e na Humanidade a sua própria família.
Assinalando, pois, a norma cristã, como inspiração para todas as lides
cotidianas, ouçamos a palavra do Senhor em todos os ângulos do caminho,
procurando segui-lo
com invariável fidelidade, hoje e sempre.

 
 
 
Da coleção "Fonte Viva"
-Vinha de Luz-
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Terça feira 11/02/2014 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro O Evangelho Segundo o Espiritismo
Capitulo XVIII
(A Porta Estreita)

 


sábado

Nisto Conheceremos

 
Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 07/02/2014 na sucursal Domingos Dias
 
109
 
NISTO CONHECEREMOS
 
 
"Nisto conhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro." (I JOÃO, 4:6.)
 
 
Quando sabemos conservar a ligação com a Paz Divina, apesar de todas as
perturbações humanas, perdoando quantas vezes forem necessárias ao companheiro que nos magoa;
esquecendo o mal para construir o bem;
amparando com sinceridade aos que nos aborrecem;
cooperando espiritualmente, através da ação e da oração, a benefício dos
que nos perseguem e caluniam;
olvidando nossos desejos particulares para servirmos em favor de todos;
guardando a fé no Supremo Poder como luz inapagável no coração;
perseverando na bondade construtiva, embora mil golpes da maldade nos assediem;
negando a nós mesmos para que a bênção divina resplandeça em torno de nossos
passos;
carregando nossas dificuldades como dádivas celestes;
recebendo adversários por instrutores;
bendizendo as lutas que nos aperfeiçoam a alma, à frente da Esfera Maior;
convertendo a experiência terrena em celeiros de alegrias para a Eternidade;
descortinando ensejos de servir em toda parte;
compreendendo e auxiliando sempre, sem
a preocupação de sermos entendidos e ajudados;
amando os nossos semelhantes qual temos sido amados pelo Senhor, sem expectativa de recompensa;
então, conheceremos o
espírito da verdade em nós, iluminando-nos a estrada para a redenção divina.
 
 
 
Da coleção "Fonte Viva"
-Vinha de luz-
(Interpretação dos textos Evangélicos) ditado pelo espírito:
Emmanuel
Psicografada por:
Francisco Cândido Xavier
(Esta mensagem foi estudo e Reflexão da reunião Espírita de Sexta feira 07/02/2014 na cruzada espírita, sucursal Domingos Dias)
Continuação dos estudos com O Livro dos Médiuns
Capitulo XXIV
(Item 255)